Noite submersa em escuridão
Invade por inteiro o meu ser
Que me cega de emoção
Até o meu eterno renascer
Mas que és tu sugando a minha vontade
Ser simbiotico e mortal
Tenho medo do teu toque
Do teu jeito fatal
Vives da minha essência
Alimentas-te do meu coração
Rejeito a tua vivência
Sinto nojo da tua criação
Quero que morras, que desvaneças
Vivas este inferno imortal
Desejo ver a decadência
No teu caótico funeral
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