Entre vagas ideias me perco, ideais errados e certas contradições, procuro encontrar resposta para uma pergunta à qual sei que não vou responder, tento reduzir todas as equações, todas as frases e cada palavra à mais ínfima dizima, para mais fácil compreensão. No entanto tudo pode ser entendido com duplo sentido, como duas faces de uma moeda, os gumes de uma espada que esventra o meu pensar, penso ter encontrado resposta mas surgem apenas mais questões, mais dilemas. Como é que algo tão simples nos pode fazer com tanta paixão e tanto desgosto, este é o meu belo pensar, o que me dá tanto prazer e tremendo desgosto. Uma questão triste e confusa que me dilacera não encontrar resposta. A cada minuto que desperdiço a obter resultados, é agonizante saber que só surgem mais incógnitas que tenho de descortinar. E assim me perco numa das muitas questões que me percorrem o cérebro. Quem realmente és tu meu amigo que desconheço?
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